Ter site não é ser encontrado. São coisas diferentes, e a segunda não acontece sozinha — é preciso dizer ao Google que existe e dar-lhe razões para o mostrar. Nada disto custa dinheiro, e quase tudo se faz numa tarde.
Primeiro: o Google já sabe que existe?
Antes de mudar seja o que for, faça este teste. Escreva no Google, exactamente assim, com o seu domínio:
site:oseudominio.co.mz
| O que vê |
O que significa |
| Várias páginas suas |
O Google já o conhece. O trabalho agora é aparecer melhor, e não aparecer. |
| Só a página inicial |
Encontrou a porta e não entrou. Falta-lhe um mapa do site — ver mais abaixo. |
| Nada |
O Google não sabe que o site existe. É o caso mais comum em sites novos, e resolve-se em minutos. |
O passo que mais rende, e que quase ninguém dá
Para um negócio com morada ou área de actuação, o Perfil de Empresa do Google rende mais do que qualquer outra coisa — é o que faz a empresa aparecer no mapa e naquele bloco de três resultados que sai antes de tudo o resto. É gratuito.
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Procure a sua empresa no Google. Se já aparecer uma ficha criada automaticamente, reivindique-a em vez de criar outra.
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Preencha tudo: nome exacto, categoria, morada, telefone, horário e o endereço do site. A categoria é dos campos que mais pesa — escolha a mais específica que existir, não a mais geral.
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Faça a verificação que o Google pedir. É a parte mais lenta e não há atalho.
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Acrescente fotografias reais — da loja, da equipa, do que vende. Fichas com fotografias recebem bastante mais contactos do que fichas sem.
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Responda às avaliações, incluindo às más. Uma resposta calma a uma crítica convence mais do que dez elogios.
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Mantenha vivo. Uma ficha actualizada aparece melhor do que uma ficha parada. Uma publicação por mês — um produto novo, um horário de época — chega perfeitamente.
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Dizer ao Google que o site existe
A ferramenta chama-se Search Console, é do Google e é gratuita. É lá que se vê por que pesquisas as pessoas chegam ao site — e o que está a impedir outras de chegar.
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Entre em search.google.com/search-console e acrescente o seu domínio.
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Prove que o domínio é seu. O caminho mais simples é o registo TXT no DNS — ver provar que o domínio é seu. Feito uma vez, serve para tudo o que o Google lhe pedir daqui para a frente.
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Submeta o mapa do site. Num WordPress com plugin de SEO, o endereço costuma ser /sitemap_index.xml ou /sitemap.xml.
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Volte lá uma semana depois. Os dados demoram a aparecer, e voltar no dia seguinte só dá a impressão de que não funcionou.
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É aqui que se descobre o que está partido. O Search Console diz-lhe, com nomes, as páginas que o Google tentou ler e não conseguiu — erros de servidor, redireccionamentos em círculo, páginas bloqueadas por engano. É informação que não existe em mais lado nenhum, e é de graça.
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Saber se alguém visita
Vale a pena dizer sem rodeios: a maior parte dos sites que alojamos não tem qualquer forma de medir visitas. Isso significa gastar dinheiro num site sem saber se serve para alguma coisa.
Há duas maneiras, e não são concorrentes:
O básico que vale mais do que truques
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Um título diferente em cada página, a dizer o que a página é e onde fica o negócio. «Início» em todas as páginas é a falha mais comum que vemos.
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Escreva o nome da cidade onde atende. Quem procura, procura com o nome do sítio.
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O site tem de abrir depressa no telemóvel, que é onde quase toda a gente procura — ver o site está lento.
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Desconfie de quem promete o primeiro lugar. Não se compra posição nos resultados naturais, e ninguém a pode garantir — nem nós. O que dá resultado é aborrecido e demora: ficha completa, site rápido, páginas que respondem a perguntas reais, e tempo. Quem lhe garantir o primeiro lugar em duas semanas está a vender-lhe outra coisa.
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Quer que confirmemos se o seu site está a ser lido pelo Google?
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